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	<title>Giovanna Bartucci &#8211; Cultura no Divã</title>
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	<description>ISSN 2446-8282</description>
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	<title>Giovanna Bartucci &#8211; Cultura no Divã</title>
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		<title>Sobre Amores</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Sep 2018 03:08:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; 1. É verdade, é difícil conceber tal pensamento. No entanto, o que se desenha é a condição de reconhecer o outro na sua diferença e, ainda assim, amá-lo, privando-se de roubá-lo, tomá-lo para si no mais recôndito de sua violenta paixão. Pare, por um momento, pare. Você saberia dizer por que o ama? Você [&#8230;]</p>
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		<title>A Borda como Centro: Psicanálise e Espaço Público</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/a-borda-como-centro-psicanalise-e-espaco-publico/</link>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 03:08:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Bartucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; Constituindo um centro profundamente criativo, a “borda, pela sua qualidade de borda e pela sua qualidade de mistura de culturas, de situações sociais complexas e não estabelecidas, possibilita uma centralidade que é uma centralidade do novo”, afirma, apoiando-se em Nicolás Casullo, o psicanalista e analista institucional Jorge Broide, ao conversar com a Revista Cultura [&#8230;]</p>
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		<title>A Surdez do Analista</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/a-surdez-do-analista/</link>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2018 03:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Bartucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Os olhos de Sofia brilhavam, à medida que entrava na sala de atendimento. O sorriso, largo, tomava todo o seu rosto. Algo surpreendente, já que Sofia desejava falar de seus fracassos. E de seus impedimentos, neste caso, de seus sintomas. Destituída de sua potência realizadora e, em alguma medida, de sua potência desejante, por uma [&#8230;]</p>
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		<title>Crise da Função e do Lugar do Psicanalista? Da Psicanálise?</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/crise-da-funcao-e-do-lugar-do-psicanalista-da-psicanalise/</link>
		<pubDate>Thu, 15 Mar 2018 03:08:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Bartucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; “Que a psicanálise participa, em qualquer um que faça a experiência, do processo de civilização, significa claramente que ela atinge sua ‘meta’ se consegue – particularmente no tratamento – colocar em ação a atividade de linguagem abrindo para a fala os recursos de memória da língua”, afirma Pierre Fédida (1934-2002). Claro, não se trata [&#8230;]</p>
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		<title>O Terrorismo como Analisador do Contemporâneo</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/o-terrorismo-como-analisador-do-contemporaneo/</link>
		<pubDate>Mon, 05 Mar 2018 03:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Bartucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; Partindo da noção de contemporâneo proposta pelo filósofo italiano Giorgio Agamben, a Revista Cultura no Divã (ISSN 2446-8282) conversa com Miriam Debieux Rosa, livre-docente do Programa de Psicologia Clínica e coordenadora do Laboratório Psicanálise e Sociedade da Universidade de São Paulo (USP), sobre o tema do terrorismo considerando-o como um analisador do contemporâneo. Entendendo [&#8230;]</p>
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		<title>A Clínica (Neo)Freudiana e o Contemporâneo</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/a-clinica-neo-freudiana-e-o-contemporaneo/</link>
		<pubDate>Thu, 15 Feb 2018 02:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Bartucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Há pelo menos duas décadas e meia, a filósofa e psicanalista Julia Kristeva (1941- ) já havia se interrogado a respeito do que pedem ao analista os “analisantes contemporâneos” – prenunciando, na passagem do século XX para o XXI, a mudança paradigmática à qual estamos todos sendo submetidos pelos tempos que correm. Em sintonia com [&#8230;]</p>
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		<title>&#8220;1984&#8221; – Uma Distopia Sobre o Exercício do Poder</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/1984-uma-distopia-sobre-o-exercicio-do-poder/</link>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2015 01:24:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; Um traço comum tanto a Nós (1921), quanto a Admirável mundo novo (1932), e que tomará um rumo diferenciado em 1984 (1949) à medida que se acentua, diz respeito à caracterização da autoridade. Como Yevgeny Zamyatin (1884-1937) já havia sugerido, o totalitarismo nega o indivíduo ao conceber que a verdade é uma função do [&#8230;]</p>
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		<title>Fordismo, Narrativa Histórica e Desamparo</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/fordismo-narrativa-historica-e-desamparo/</link>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 01:06:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[A corrosão do caráter. Consequências pessoais do trabalho no novo capitalismo]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; A representação de uma sociedade alienante na era da linha de montagem, onde não há mais lugar para o acaso – a “era de nosso Ford”, presente em tantas distopias –, também explicita as consequências emocionais e psíquicas associadas a tais experiências, sobretudo no que se refere à constituição de narrativas de vida futura. [&#8230;]</p>
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		<title>Admirável Mundo Tão Atual</title>
		<link>https://www.culturanodiva.com/admiravel-mundo-tao-atual/</link>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2015 00:58:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; Também Admirável mundo novo (1932), obra de Aldous Huxley (1894-1963) publicada quase uma década após o lançamento em língua inglesa do romance Nós (1921) de Yevgeny Zamyatin (1884-1937), descreve uma sociedade totalitária fascinada pelo progresso da ciência e certa de poder manter-se estável por meio da oferta de felicidade aos seus cidadãos. Ainda que sua [&#8230;]</p>
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		<title>&#8220;Nós&#8221; e as Revoluções Infinitas</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2015 00:52:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Giovanna Bartucci]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>&#160; Um marco literário pouco conhecido entre nós, o romance de Yevgeny Zamyatin (1884-1937) antecipa os celebrados Admirável mundo novo (1932) e 1984 (1949), de autoria de Aldous Huxley (1894-1963) e George Orwell (1903-1950), respectivamente. Nascido na Rússia, em 1884, exilado de seu país durante o regime totalitário de Joseph Stalin (1878-1953), o autor de Nós [&#8230;]</p>
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